Hélène Grimaud
Bruxelas, Palais des Beaux‐Arts — Henry le Boeuf Hall
Sobre o Evento
Ela vê a música como cores, fundou um centro de conservação de lobos e escreveu quatro livros. Hélène Grimaud não é uma solista clássica comum. Desde 2002, a pianista francesa vem acumulando prêmios com seus álbuns pela Deutsche Grammophon. Ao lado de Rachmaninoff, Brahms e Satie, Beethoven é um de seus favoritos absolutos. Sua extremamente exigente Sonata para Piano nº 32, de 1822, é uma de suas últimas composições para piano, apresentando uma sequência contemplativa de variações que se segue a um movimento inicial tempestuoso. Schubert é a notável omissão na discografia de Grimaud, embora tenha composto um conjunto considerável de obras para piano solo, além de suas canções. Grimaud interpreta sua Sonata para Piano D 960, a última peça para piano que Schubert escreveu, apenas seis anos depois de Beethoven. Grimaud justapõe esses dois compositores altamente singulares em suas obras de despedida em preto e branco.
Morada
Palais des Beaux‐Arts, Rue Ravenstein 23, Bruxelas, Bélgica — Veja no Google Maps